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Permissão de trabalho na Austrália

Maior país da Oceania, a Austrália vem sendo mundialmente conhecida pela sua qualidade de vida, muitas vezes superando o Canadá. A ex-colônia inglesa possui um clima muito similar ao brasileiro com estações do ano simultâneas às nossas. Com um estilo de vida digamos “relax”, o país é habitado essencialmente na costa, com cidades bem diferentes entre si e que agradam os mais variados gostos.

Além das belezas de suas praias, montanhas ou desertos, custo de vida inferior ao de outros países desenvolvidos, economia e mercado de trabalho aquecidos, a Austrália atrai cada vez mais intercambistas por ser um dos únicos locais onde os estudantes internacionais podem trabalhar enquanto estudam. A carga horária permitida para trabalho é de até 40 horas quinzenais no período de estudos e de até 40 horas semanais durante as férias.

Abaixo, listamos os principais pontos deste visto para você começar a se programar ainda hoje!

  • Estudos

O visto com permissão de trabalho na Austrália – conhecido como “Visto de Estudante” – é totalmente atrelado aos estudos do viajante. Isso significa que o candidato precisa estar matriculado em alguma instituição australiana por um período mínimo de 14 semanas (3 meses e meio) e o curso – seja ele de inglês, técnico, graduação etc – precisa ter carga horária mínima de 20 horas semanais. Com o visto em mãos, o estudante poderá embarcar e começar a trabalhar a partir do seu primeiro dia de aula!

Além disso, a instituição escolhida deve ter o código CRICOS, que a autoriza receber estudantes internacionais e emitir o COE – documento que comprova a matrícula e pagamento do programa e precisa estar junto aos demais para aplicação do visto.

  • Para quem já possui inglês avançado e deseja fugir das aulas de “General English”, uma ótima opção é investir em um curso profissionalizante. Diversas instituições na Austrália oferecem cursos conhecidos como VET – Vocational Education and Training nas mais variadas áreas, como administração, contabilidade, gerenciamento de projetos, culinária etc. Além de serem elegíveis para o visto de estudante e possuírem ótima aceitação no mercado de trabalho australiano, acrescentam e muito no currículo de volta ao Brasil.
  • Requisitos de saúde

Somando-se ao documento COE para comprovar a matrícula no curso, o estudante precisa ter obrigatoriamente o seguro OSHC – Overseas Student Health Cover – para todo o período do visto. Este, que cobre somente emergências em território australiano, é oferecido pelas próprias escolas junto ao curso em parceria com empresas especializadas.

Um outro ponto essencial para o visto é o exame médico. Nada mais são do que um raio X do tórax e um exame de urina feitos durante a aplicação do visto com um dos médicos credenciados pela Embaixada da Austrália.

O certificado internacional de vacinação contra a febre amarela também é exigido e os viajantes podem retira-lo de forma gratuita em postos da ANVISA.

  • Capacidade financeira

Diferente da Irlanda, a comprovação financeira deve ser feita antes do embarque. O estudante precisa comprovar através de extratos bancários o valor de AUD 1551 por mês de permanência no país. Mas não se assuste! Os extratos podem ser do próprio viajante ou de familiares.

Outros documentos como formulários preenchidos, passaporte com validade mínima de 6 meses e evidências de estudo e trabalho no Brasil precisam ser apresentados e reforçam a documentação.

E por fim mas não menos importante, a duração do visto está atrelada ao curso: o tempo de permanência no país será a duração do curso + 1 mês de férias. Por exemplo, se você decidir estudar inglês por 6 meses, o seu visto será de 7 meses no total.

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